quinta-feira, 26 de abril de 2012

Veja lista com 'cães superinteligentes'

Nos EUA, o cão "Petey" faz sucesso ao conseguir acertar a bola com precisão em uma cesta de basquete. Na África do Sul, a cadela "Kalula” aprendeu a abrir a geladeira e a pegar uma cerveja para sua dona. Veja abaixo essas e outras histórias de cães "superinteligentes".

Uma cadela chihuahua que chegou a um abrigo para cães e gatos na Inglaterra com uma grave doença de pele surpreendeu os empregados ao se transformar numa eficiente pastora de ovelhas, perseguindo animais que têm várias vezes o seu tamanho
'Petey' consegue acertar a bola com precisão no cesto

Mascote de um pub em Rochdale, no Reino Unido, um cão da raça Border Collie ficou famoso entre os clientes por buscar os dardos após eles serem lançados. Apesar de o alvo ficar a cerca de dois metros do chão, o cão chamado "Jip" salta e pega o dardo


'Kalula' entrega a cerveja para sua dona, Nicole Jennings

Fonte: G1

terça-feira, 24 de abril de 2012

Excursões, vizinhos e animais diminuem isolamento de quem mora só

Uma das principais preocupações com o idoso que mora sozinho é o isolamento, diz a geriatra Sílvia Pereira. Ela recomenda a realização de atividades físicas e sociais para fugir de alguns riscos, como a depressão e a má alimentação.


"O idoso que come sozinho pode adquirir maus hábitos alimentares por falta de estímulo. Ele acaba trocando refeições por um pão ou uma fruta e fica desnutrido."

Jogar tranca é a maneira encontrada por Catarina Hüvos, 89, para ficar ativa e perto de suas amigas. Ela toma ônibus para ir ao compromisso, que acontece todas as terças, quartas e sextas e aos domingos, cada dia na casa de uma delas. Ela também conhece pessoas Movimento Pró-Idosos, que promove cursos e excursões.

Dessa forma, conta, consegue escapar de uma das coisas que mais a aborrecem: "Não dá para ficar só em casa assistindo a televisão. A gente se sente inútil".

Eliassy Vasconcellos, 90, também gosta da convivência com amigos. Conta que mora há mais de 60 anos no mesmo bairro e conversa com todo mundo. Porém, a maioria dos conhecidos são mais novos: "É um problema muito sério, a gente vive muito tempo e vê os amigos todos irem embora".

BICHO DE ESTIMAÇÃO

A professora de piano Maria Julia Morais, 78, e sua 'sheep dog' Mel, que encontrou na rua há quatro anos
A gerontóloga Marília Berzins estudou em sua tese de mestrado casos de várias mulheres idosas que tinham muitos cachorros.

A maioria, após passar por decepções com pessoas, decidiu fazer dos bichos a razão de sua vida, segundo Berzins conta: "Elas tinham fotos de animais em porta-retratos. Diziam que eles eram como filhos".

O trabalho ajudou a gerontóloga a entender melhor as vantagens da convivência entre bicho e gente, que ela recomenda para todas as idades, principalmente para pessoas mais velhas.

"Animais são excelentes. Ajudam a fazer amigos, oferecem amor incondicional, incentivam a atividade física, dão afeto e razão para viver, fazem a pessoa rir", lista, enquanto afaga seu gato.

A professora de piano Maria Julia Moraes, 78, mora apenas com sua "sheep dog", Mel. Maria Julia nunca se casou, apesar de manter um relacionamento antigo. Diz que tem medo de se juntar com uma pessoa nessa fase da sua vida.

"Nos dois já estamos com uma certa idade. Não sei se a gente iria se adaptar. Cada um já tem os seus costumes. Estamos sempre juntos, está bom assim."

Maria Julia diz que Mel é sua melhor amiga. Achou a cachorra na rua há quatro anos. "Uma grande sorte." Um ano depois de ter levado Mel para casa, suas duas outras cachorras morreram.

Pare ela, Mel não dá trabalho em nada: não faz sujeira em casa e dorme sempre na sala, em um edredom colocado no chão. "Ela é muito obediente. Às vezes, deita e joga os 'cabelinhos' para frente. Adora fazer dengo para a mamãe."

Eliassy não teve a mesma sorte com os animais. Ele até gosta de cachorros, mas conta que o último que teve tinha "parte com o diabo" e por isso não quer mais nenhum para lhe dar trabalho.

"Eles são malcriados e indisciplinados. Dei o último que eu tive para uma amiga e, de tão bonzinho que ele era, ela nunca mais falou comigo."

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Hotéis e pousadas no Brasil abrem as portas para turistas com animais de estimação


Os seres humanos providenciaram a reserva e o que se vê na recepção do hotel são malas com rodinhas, bolsa de mão e outra bolsa se mexendo, com um cachorro dentro. Ou o bicho na guia, já fuçando o tapete e as plantas ornamentais, olhando para um cenário estranho: um lobby reluzente, uma lareira crepitando, gente que ele nunca viu ou cheirou na vida se aproximando do dono. Um check-in com latidos e rabo abanando.

No Brasil, os hotéis que recebem os animais de estimação dos hóspedes já são contados em centenas, concentrados principalmente em cidades turísticas das regiões Sudeste e Sul. A política pet-friendly se espalha por hotéis de luxo, hotéis-fazenda, pousadas aconchegantes, hospedagens de todos os tipos e preços, localizadas em centros urbanos, nas montanhas ou próximas do mar. Cachorro adora a areia da praia, ainda que nem sempre possa frequentá-la.

Metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo dão boas-vindas a turistas acompanhados de cães e gatos em estabelecimentos que são ícones da hotelaria, como Copacabana Palace, Fasano, Hilton, Mercure e Atlantica Hotels. Esta rede, por exemplo, recebe os pets dos hóspedes em capitais como Curitiba (PR), Aracaju (SE), Goiânia (GO) e em hotéis de um bairro nobre paulistano, os Jardins.

“Qual é a raça dele? Qual o tamanho?” Em geral, o diálogo para a reserva começa assim. Cães mini, pequenos e médios, com peso máximo de 10 kg, geralmente são mais bem aceitos, mas negociações acontecem. No Rio, a recepção do La Maison Boutique Guest House, na Gávea, informa que o estado de espírito do bicho conta mais do que o tamanho, a fim de que a tranqüilidade dos hóspedes não seja perturbada. Também no Rio, Luciana de Lamare, da Casa Amarelo, um casarão restaurado em Santa Teresa, diz que pode abrir exceções.

“Um dos nossos hóspedes trouxe um cão de grande porte treinado para resgate de epilépticos”, recorda-se. “Por essa razão, seria interessante que o cliente informasse sempre a raça do animal e o tipo de treinamento que ele tem antes de efetuar a reserva”. Em Piedade (SP), a pousada Ronco do Bugio, que integra a seleta associação Roteiros de Charme, aceita cães de qualquer tamanho e permite que eles acompanhem os donos na hora das refeições, numa área reservada do restaurante.

Os mimos e serviços oferecidos aos bichos variam e, com eles, as taxas cobradas, que podem ser por dia ou por estada, independentemente do número de dias. Em São Paulo, o Quality Jardins oferece vasilhas para água e comida e um brinquedinho para os cães. Em Gravatá, no interior de Pernambuco, os animais dos hóspedes do Oásis Boutique Hotel & Spa podem ser recepcionados pelos mascotes dos donos do hotel, que se apresentam como “pet lovers”.

Vários estabelecimentos nem cobram taxas para os pets, enquanto o acréscimo às diárias em hotéis de luxo pode chegar a R$ 400, como no Copacabana Palace, um dos símbolos da hospedagem de luxo no Brasil. No Hotel Fasano em São Paulo, cães pequenos ou médios, de até 10 kg, podem compartilhar com os donos o conforto dos tapetes persas dos apartamentos e suítes: o serviço VIPet oferece caminha, brinquedos e vasilhas para comida e água. Não há taxas extras para os mascotes no Fasano mas, havendo dano ao mobiliário, ele será cobrado dos hóspedes no check-out.

Turistas que viajam com cães precisam se certificar sobre as áreas sociais em que os bichos podem ou não circular. É comum impedir o acesso canino a restaurantes e piscinas, ou solicitar que o cãozinho seja carregado no colo no elevador e na recepção do hotel . Vale lembrar que a diversão e o conforto de estar próximo do dono inclui a vida lá fora, longe do quarto do hotel. O Sheraton de Porto Alegre, por exemplo, fica a apenas 100 metros de uma privilegiada área de lazer, o Parque Moinhos de Vento. Em Gramado, os proprietários das pousadas Colina de Pedra e Bangalôs da Serra permitem que os cães circulem soltos por jardins, trilhas e lagos, desde que não ofereçam risco aos outros hóspedes.

De acordo com o site Turismo 4 Patas, um portal que lista centenas de hotéis “pet friendly” em 17 Estados do país, em estabelecimentos como a Pousada dos Deuses, de Paraty,  os bichos têm circulação liberada nos jardins e varandas e os hóspedes podem tomar banho de rio com os cães de estimação. E em São Miguel do Gostoso (RN) o quintal com dezenas de árvores frutíferas da Pousada Mar de Estrelas forma um playground dos sonhos para pets e os donos.

Viajar com bichos tem a graça de proporcionar uma mudança radical de pontos de vista. Se existe uma piscina natural se oferecendo ao ar livre, por que não se jogar nela, como fazem os cães, sem pedir licença, sem se preocupar com a gripe depois? Não deixaram o seu poddle freqüentar o salão do breakfast? Azar, ele não gosta de granola mesmo. O hotel pertence a uma grife multinacional ou tem só seis quartos? Tanto faz. Para animais de estimação, como o nome já diz, ter o dono por perto basta.

Fonte: UOL

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Britânico inventa dispositivo que alimenta o cachorro à distância, via Twitter


Nat Morris, consultor de tecnologia, se sentia culpado por passar muito tempo longe de casa e, portanto, distante de seu melhor amigo, o cãozinho Toby. Foi então que ele teve uma ideia e criou esta engenhoca sensacional: basta ele enviar uma mensagem via Twitter para o perfil @FeedToby (“Alimentar Toby”, em português), que um petisco vai direto para a boca do bichinho. De acordo com uma reportagem do jornal britânico Daily Mail, o dispositivo ainda inclui uma câmera para fotografar Toby degustando o seu mimo. Depois a imagem vai direto para o perfil do dono. Assim, ele confere se a máquina funcionou mesmo.

Funciona assim: o texto para @FeedToby é recebido por um minicomputador, ligado a um motor tirado de uma impressora doméstica. Neste momento, um alarme soa e Toby já corre para perto do aparelho. O motor é acionado e abre uma portinhola, que libera o petisco. A “delícia” vai direto para a vasilha de Toby. Ele come, é fotografado e o clique volta para o Twitter de Nat Morris.

Vale lembrar que nada disso substitui o carinho do dono, quando ele fica muito ausente de casa. Ainda mais para os cães, que são mais dependentes, quando comparados aos gatinhos. Mesmo assim, a criação do britânico é uma ideia genial, não?

Fonte: Casa e Jardim

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Adoção de gato transforma cantor de rua de Londres em escritor



A amizade com um gato mudou a vida de um cantor de rua em Londres. James Bowen e o gato Bob são inseparáveis há cinco anos e se tornaram figuras conhecidas nas ruas da capital britânica.

James passou dez anos vivendo nas ruas e era usuário de drogas. Mas, depois de cuidar de Bob enquanto ele estava doente, o músico mudou de vida.

A dupla faz sucesso no YouTube e agora James lançou um livro contando sua trajetória junto com o gato, A Streetcat Named Bob ("Um Gato de Rua Chamado Bob", em tradução livre).

O livro está entre os mais vendidos da Grã-Bretanha e as sessões de autógrafos, com James e o gato, atraem filas que chegam a se estender para fora das livrarias.


Fonte: BBC

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Após 8 meses sem ver o dono, cão se empolga em reencontro e vira hit

Um cão da raça boxer que aparece em um vídeo recebendo seu dono após o retorno de uma missão militar no exterior ganhou destaque na web.

O empolgadíssimo cachorro chamado Chuck comemora o reencontro pulando sobre e ao redor do homem por quase 1 minuto, sem pausas. Postado em 22 de março, o vídeo já teve mais de 2,2 milhões de visualizações.

A placa alemã do veículo termina começa com BB, o que indica que a localidade seria próxima a Böblingen, na Alemanha - na região onde fica uma sede militar dos fuzileiros navais, segundo informações do "Daily Mail". "Foram longos oito meses", diz a mulher que faz a gravação.

A descrição do vídeo aponta que não foi a primeira vez que o animado reencontro ocorreu. Um ano antes, uma cena parecida foi registrada.

Fonte: G1

terça-feira, 17 de abril de 2012

Polícia descobre mais de 300 pitbulls em fazenda de cães de briga nas Filipinas


A polícia nas Filipinas encontrou uma fazenda com pelo menos 300 cães da raça pitbull usados em brigas ilegais.

Muitos dos cães tiveram as orelhas e línguas arrancadas durante as brigas, segundo os policiais e veterinários que fizeram a operação na fazenda ao sul da capital, Manila.

Dois sul-coreanos foram presos no local, suspeitos de administrar a fazenda, que ocupava um espaço de dois hectares na província de Laguna. Outros quatro filipinos também foram detidos.

Anna Cabrera, diretora da Sociedade de Bem-Estar Animal das Filipinas, disse que os cães eram pitbulls puros e de raças misturadas cuja característica principal é a força.

Todos os animais encontrados na fazenda apresentavam problemas de saúde.

Ativistas defensores dos direitos dos animais disseram ao jornal que não há instalações para acomodar e recuperar todos os cães encontrados e evitar que eles voltem a ser usados em brigas. Os cães devem ser sacrificados, segundo o jornal filipino Inquirer.

Tambores de metal
A fazenda tinha muitos tambores de metal que serviam de abrigo para os cães. Os pitbulls ficavam acorrentados a estes tambores.

O veterinário da Sociedade de Bem-Estar Animal Wilford Almora, disse ao Inquirer que o grupo ativista teve que selecionar alguns dos cães encontrados na fazenda, entre os mais doentes, desnutridos e agressivos, para sacrificar. O veterinário disse ainda que alguns deles estavam fracos demais até para ficar de pé.

Anna Cabrera informou que pelo menos 17 dos animais mais feridos nas brigas foram sacrificados imediatamente no dia da operação da polícia, na sexta-feira.

Mais cães poderão ser sacrificados, dependendo de como eles respondem aos cuidados e tentativas de reabilitação.

O Inquirer afirma que as brigas ilegais de cães não são comuns nas Filipinas e as brigas eram transmitidas, em sua maioria, para apostadores fora do país. Confira aqui a galera de imagens.

Fonte: BBC Brasil