sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Veja lista com recordes caninos


O cão da raça mastim tibetano chamado "Hong Dong", que foi comprado por US$ 1,513 milhão em  março de 2011 por um bilionário chinês, aparece na edição 2012 do Guinness, livro dos recordes, como o cachorro mais caro do mundo. Já "Giant George", que mede 1,092 metro, é considerado o cão mais alto. Abaixo, confira a lista desses e outros recordes caninos.
Com 1,092 metro, cão chamado 'Giant George' é considerado o maior do mundo
'Boo Boo' tem 10,16 centímetros e é o menor cão do mundo
O cão chamado ‘Harbor’ tem as orelhas caninas mais longas do mundo. A orelha esquerda de ‘Harbor’ mede 31,11 centímetros, enquanto a direita tem 34,29 centímetros

'Hong Dong' foi comprado por US$ 1,513 milhão em março de 2011
Fonte: G1

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Como ensinar o gato a descer da árvore



Você sabe que os gatos são ninjas pra subir em árvores. Já parou pra pensar por que eles não conseguem descer com a mesma habilidade? É que as garrinhas do bichano suportam o peso do corpo quando ele sobe, mas não se ele der a volta e tentar descer de cabeça para baixo. A solução é descer de ré – mas o gato não sabe disso! Só descobrirá o truque se der a sorte de ver outros gatos descendo assim ou… se você ensinar. O que é uma boa ideia caso seu gato tenha acesso à rua ou você tenha uma árvore no jardim da casa. Esconda petiscos no bolso e estimule o gato a subir na árvore balançando um barbante no tronco. Agora, posicione o petisco um pouco abaixo da boquinha dele, de modo que para alcançar a gostosura o gatinho tenha que descer o tronco aos poucos… de ré. Vá dando mais petiscos até ele chegar no chão. Repita o exercício nos próximos dias colocando os petiscos em alturas mais baixas, de modo que ele tenha que dar vários passos de ré para alcançá-los. Prontinho, seu gato já é mestre na arte!

Porém, nunca se esqueça: seu gato estará mais seguro dentro de casa. Se eu fosse você, telaria as janelas e não deixaria o bichano sair na rua.

Fonte: M de Mulher

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Cadela alimenta filhote de tigre na China

Uma cachorrinha foi flagrada alimentando um filhote de tigre siberiano, no zoológico de Qingdao, na China. Generosa, a cadela alimenta mais dois filhotes de tigre, já que a mãe deles não consegue alimentá-los.

Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Donos de gatos estudam mais do que os de cachorros



Uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Inglaterra, é um novo capítulo da guerra entre cães e gatos. Ou melhor, entre donos de cães e gatos. O estudo avaliou 2.524 casas e constatou que, em 47% das que tinham gatos, morava pelo menos uma pessoa com ensino superior completo. Mas o número caía para 38% quando o animal doméstico era um cachorro.

Aí vem a explicação: a hipótese dos pesquisadores é que o excesso de trabalho, possivelmente associado a empregos mais qualificados (por sua vez, resultados de uma formação superior), torna ter um cachorro meio impraticável — afinal, eles exigem mais atenção do que os felinos.

Fonte: SuperInteressante

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dono sedentário, pet diabético


Diabetes em cães e gatos aumenta até 32% em cinco anos, um reflexo dos hábitos dos donos com a própria saúde

A massa de pizza que sobra no prato é “gentilmente” cedida ao cachorro. A preguiça de andar com o mesmo cão naquela manhã mais fria também leva o sedentarismo humano ao animal de estimação. E a combinação dos dois fatores de risco acaba como pano de fundo para a ampliação dos casos de diabetes nos pets, fenômeno registrado pelos veterinários.

“Sem base científica contundente, podemos relacionar o comportamento dos homens ao aumento da doença endócrina canina e felina”, afirma a veterinária Cynthia Schoenardie, porta-voz no Brasil do Banfield Pet Hospital, rede norte-americana de 770 hospitais veterinários que acaba de finalizar um levantamento sobre saúde animal.

A base do relatório são os 2,1 milhões de atendimentos de cães e gatos feitos pelas unidades. Pelos dados divulgados pela Banfield, de 2006 para cá, a incidência de diabetes canina aumentou 32%. Em gatos, o crescimento foi de 16%. Já entre os brasileiros, diz o último relatório do Ministério da Saúde, os gráficos também mostram tendência de aumento da doença de 10% no mesmo período.

“Podemos trabalhar com a hipótese de que o estilo de vida de uma pessoa mais sedentária, que se alimenta de uma maneira irregular (condições apontadas como responsáveis para a proliferação de diabéticos humanos) influencia nos animais”, completa Cynthia.

Pequenos
Além deste novo estilo de saúde humana, outros aspectos também estão relacionados ao diabetes animal. Os apartamentos pequenos, com pouco espaço para o exercício físico dos bichos, influenciam ainda na escolha por raças de menor porte. Os cães menores são mais numerosos entre os diabéticos pois são mais vulneráveis à doença, sendo os poodles os campeões em incidência do problema.

“A minha avaliação é que nestes espaços menores, os donos conseguem perceber mais os sinais que indicam problemas de saúde nos animais, que antes passavam despercebidos”, acredita o diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, Mario Marconde dos Santos.

“Um dos sintomas do diabetes animal é fazer xixi em excesso, por exemplo. Se estivessem em quintais amplos, talvez a urina excessiva nem fosse notada. Mais atentos, os donos procuram mais os especialistas e o diagnóstico veterinário também faz os casos de diabetes crescerem”, diz Santos.

Comida não é carinho
É fato que a relação entre o homem e o bicho também mudou nos últimos tempos. Não só as limitações físicas das casas aproximaram o dono do pet, como os cães e gatos ganharam “status” de membros das famílias, muitas vezes tratados como filhos.

E o mesmo erro cometido com as crianças – muitos adultos acreditam ser “uma graça” meninos e meninas muito gordinhos – é repetido com os animais.

“Com cachorro eu não vejo tanto, mas as pessoas acham lindo os gatos bem gordos. Não raro também, há a postura de que comida é carinho. Os donos enchem os bichos de alimentos, muitas vezes não recomendados na dieta canina e felina, como forma de recompensa”, pontua o veterinário Ricardo Duarte, do Hospital Veterinário Pompéia, em São Paulo.

Coincidência ou não, na população de gatos o diabetes mais comum é o tipo 2, aquele que – da mesma forma que em humanos – está mais relacionado à obesidade e ao sedentarismo (o gato Garfield é o principal representante da categoria).

Atualmente, em cada 10 mil felinos, 64 têm diabetes. Já nos cachorros – em cada 10 mil, 16 convivem com o diagnóstico – o comportamento da doença é mais parecido com o tipo 1 do diabetes, desencadeado em especial pela predisposição genética.

Nos dois tipos da doença, explica Duarte, o aparecimento está relacionado ao envelhecimento. “Quanto mais tempo vive o animal, maior o risco de ter diabetes. Mas se for controlado e bem tratado, os nossos pacientes podem ter vida normal”, diz.

“Vale lembrar que o dono precisa ter atenção o tempo todo. Já atendi cachorro que aos 4 meses de vida tinham diabetes.”

Tratamento
Tanto em cachorros quanto em gatos, o tratamento do diabetes exige mudança na dieta (uma espécie de ração terapêutica), adoção de exercícios físicos e até aplicação de insulina.

Só quem pode prescrever o tratamento adequado é o veterinário. Isso porque, em especial quando o animal está idoso, é preciso atenção com a mistura de medicações. O gato siamês Sacha, por exemplo, está com 20 anos de idade e sofria dor crônica nas articulações quando teve o diabetes diagnosticado.

“Ele estava muito deprimido também. A dona dele havia morrido e eu tinha o adotado fazia pouco tempo. Por causa das dores, o Sacha quase nem se mexia. O veterinário explicou que essa conjunção de fatores resultou no diabetes”, conta a dona do gato, Rosane, que tem a experiência com outros 12 “filhos”, todos felinos.

O fato de precisar receber insulina duas vezes por dia, impediu que o gatinho diabético tomasse medicação para dor. “A alternativa foi fazer acupuntura, junto com florais para dar uma animadinha”, conta Rosane. Sacha foi diagnosticado com diabetes em fevereiro. A expectativa é que no próximo mês ele já pare com a medicação. Agora, voltou a correr pela casa e brincar com as folhas caídas no jardim. “Nem parece ter a idade que tem”, diz a dona.

Fonte: IG

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O famoso vira bicho. Adivinhe quem é!


Para animar a sexta-feira!

A marca inglesa Takkoda criou versões animais de celebridades mundialmente conhecidas para estampar camisetas e bottons. Há cantores, atrizes e até cientistas transformados em cães, gatos, hamsters. Você consegue decifrar quem é quem? Clique aqui e faça o teste.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cadelinha atropelada por trem sobrevive e ganha cadeira de rodas na Polônia



Uma cadela de quatro meses de idade que foi abandonada em uma estrada de ferro na Polônia ganhou uma espécie de cadeira de rodas para substituir suas patas traseiras paralisadas. Ciuchcia foi abandonada em um trilho de trem e foi atropelada por um trem, segundo a equipe do abrigo para animais que acolheu a cadela.

O animal foi salvo por um condutor de trem, que levou a cadela ao abrigo. "O telefone tocou e um homem com uma voz emocionada disse que pensou ter atropleado alguns filhoes de cães que estavam no trilho", disse Maria Mrozinska do abrigo em Piotrkow Trybunalski, na Polônia. "Ele disse que acreditava que dois filhotes estavam mortos, um havia sobrevivido", disse.

A equipe de veterinários conseguiu salvar a vida da cadelinha, mas ela perdeu a mobilidade das patas traseiras. Para que ela pudesse se movimentar livremente como os outros animais, foi construído uma cadeira de rodas especial que foi presa ao animal.

Fonte: UOL