quarta-feira, 11 de abril de 2012

Após 'sumiço', presidente russo usa Twitter e diz que gato está seguro

Felino ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter


Após a notícia de que seu gato de estimação havia desaparecido, o presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, usou o Twitter para acalmar seus seguidores e disse que o felino chamado "Dorofey" está seguro na residência presidencial em Moscou.

O suposto sumiço de "Dorofey" tinha ficado entre os assuntos mais comentados do Twitter. O jornal local "Sobesednik" chegou a publicar que a polícia estava vasculhando cada arbusto em torno da residência presidencial para achar o gato e fotos teriam sido coladas em postes.

Fonte: G1

terça-feira, 10 de abril de 2012

Elevador para cachorros obesos



A empresa More Th>n criou um elevador feito para cachorros obesos que não conseguem subir escadas. O cão sobe no elevador, aperta um botão com a sua pata e é levado para o andar superior da sua casa, sem precisar subir a escada como os humanos. O aparelho é chamado de Stair of the Dog 2022 – o ano faz referência ao período em que pesquisas estimam que mais de 50% dos cães do Reino Unido ficarão obesos.

O elevador ainda é um protótipo, mas estima-se que o preço deve chegar a 8 mil dólares quando for vendido. Parte inferior do formulário

Fonte: Revista Galileu

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Japoneses criam cão guia robótico


Mais que melhores amigos, os cães guias são uma extensão do corpo para seus donos. Além de ajudar no equilíbrio físico, esses heróis de quatro patas aumentam a auto-estima dos deficientes visuais e facilitam a socialização. No entanto, o treinamento é caro e o número de animais aptos a exercer a função, reduzido. É preciso pagar muito para ter um – isso quando se consegue a possibilidade de comprar – ou entrar na longa lista de ONGs, como a nacional Cão Guia Brasil. Mas uma invenção de a empresa japonesa NSK pode reverter esse quadro. Os técnicos de lá desenvolveram um cão guia robô, que usa a tecnologia do Microsoft Kinect (acessório utilizado nos videogames X Box). Os “animais” deslizam com rodinhas e possuem sensores afinadíssimos para detectar movimentos e obstáculos. A engenhoca ainda é conectada a um GPS, que ajuda o usuário a percorrer longas distâncias, sem se perder.

É claro que o produto não substitui um cão de verdade. Afinal, nada pode te ajudar mais a evitar os perigos do que o seu melhor amigo, um ser, de carne e osso. Mas já é uma maneira de facilitar a dura rotina de quem sofre por não poder enxergar. O vídeo abaixo dá exemplos de como funciona a invenção. Assista!


Fonte: Casa e Jardim

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Por que os gatos sobrevivem a quedas de grandes alturas?

A sobrevivência de uma gata na cidade de Boston, Estados Unidos, depois de uma queda de 19 andares, levantou a questão de como os gatos conseguem escapar vivos de quedas de grandes alturas.

A dona da gata, Brittney Kirk, tinha deixado uma janela entreaberta na semana passada para que a gata Sugar se refrescasse, mas ela saiu e caiu em um gramado.

Segundo biólogos e veterinários, a habilidade dos gatos de sobreviver a estas grandes quedas é uma questão simples de física, biologia da evolução e fisiologia.

"Este episódio recente não surpreende. Sabemos que animais exibem este comportamento e há muitos registros de sobrevivência de gatos (a grandes quedas)", disse Jake Socha, biomecânico na Universidade Virginia Tech.

Em um estudo realizado em 1987, que analisou casos de 132 gatos que caíram de grandes alturas e foram levados para uma clínica veterinária especializada em emergências em Nova York, os cientistas observaram que 90% dos animais sobreviveram e apenas 37% precisaram de atendimento de emergência para continuar vivos.

Um dos gatos, que caiu de uma altura de 32 andares diretamente no concreto, teve apenas um dente quebrado e um problema no pulmão. Ele foi liberado 48 horas depois.

Feitos para a sobrevivência
Cientistas afirmam que os corpos dos gatos foram construídos para resistir a quedas, desde o momento em que estão em pleno ar até o instante em que atingem o chão.

Eles possuem uma área de superfície do corpo grande em relação ao peso, o que reduz a força com que chegam ao chão em uma queda.

A velocidade máxima alcançada por um gato em queda é menor comparada a humanos e cavalos, por exemplo.

Um gato de tamanho médio com seus membros estendidos alcança uma velocidade máxima (ou velocidade terminal) de cerca de 97 quilômetros por hora, enquanto que um homem de tamanho médio chega à velocidade máxima por volta dos 193 quilômetros por hora, segundo estudo de 1987 dos veterinários Wayne Whitney e Cheryl Mehlhaff.

Árvores
Gatos são animais que vivem, essencialmente, em árvores. Quando não vivem em casas ou nas ruas de uma cidade, eles tendem a viver em árvores.

Biólogos afirmam que, sendo assim, cedo ou tarde eles acabam caindo. Gatos, macacos, répteis e outras criaturas vão saltar para capturar presas e vão errar, ou um galho da árvore vai se quebrar, ou o vento vai derrubá-los. Então, os processos evolutivos deram a eles a capacidade de sobreviver a quedas.

"Ser capaz de sobreviver a quedas é algo muito importante para animais que vivem em árvores e gatos estão entre estes animais", disse Jake Socha.

"O gato doméstico ainda mantém as adaptações que permitiram que eles fossem bons vivendo em árvores."
Segundo os biólogos, por meio de seleção natural, os gatos desenvolveram o instinto para sentir qual lado é o lado para baixo, algo análogo ao mecanismo que humanos usam para o equilíbrio.

Então, se eles tiverem tempo o bastante, conseguem torcer o corpo como um ginasta e posicionar os pés embaixo do corpo e, com isso, cair de pé.

"Todos que vivem em árvores têm o que chamamos de reflexo aéreo para endireitar", disse Robert Dudley, biólogo no laboratório de voo animal da Universidade da Califórnia Berkeley.

Pernas e paraquedas
Gatos também conseguem estender as pernas para criar um efeito de paraquedas, segundo Andrew Biewener, professor de biologia de organismos e evolucionária na Universidade de Harvard. No entanto, ainda não se sabe exatamente como isso desacelera a queda.

"Eles estendem as pernas, o que vai expandir a área de superfície do corpo", disse.
E, quando eles chegam ao chão, as pernas fortes dos gatos, feitas para escalar árvores, absorvem o impacto.
"Gatos têm pernas longas e bons músculos. São capazes de saltar bem, os mesmos músculos direcionam a energia para a desaceleração ao invés de quebrar ossos", explicou Jim Usherwood, do laboratório de movimento e estrutura do Royal Veterinary College.

Ângulos e gatos urbanos
As pernas de um gato estão posicionadas em um ângulo diferente das pernas de homens ou cavalos por exemplo.

De acordo com Jake Socha, este ângulo diferente faz com que as forças "não sejam transmitidas diretamente" em uma queda.

"Se o gato caísse com as pernas diretamente embaixo dele, em uma coluna, e (as pernas) o segurassem firmemente, aqueles osso se quebrariam. Mas elas (as pernas) vão para o lado e as juntas se dobram, e agora você está pegando aquela energia e colocando nas juntas, com menos força indo para os ossos", disse.
Steve Dale, consultor especialista em comportamento de gatos para a Winn Feline Foundation, afirmou que gatos domésticos em áreas urbanas tendem a estar acima do peso e fora de forma e, por isso, suas habilidades para conseguir se virar durante uma queda e cair em cima das patas é menor.

"Aquela gata (de Boston) teve sorte. Mas muitos, provavelmente a maioria, teriam tido problemas graves no pulmão ou então fraturas nas pernas, talvez danos na cauda e também uma fratura na mandíbula ou um dente quebrado", afirmou.

"A lição que se aprende é, por favor, coloquem telas nas janelas", acrescentou.

Fonte: BBC

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Animais obesos disputam concurso de emagrecimento no Reino Unido

Maioria dos finalistas é formada por cães e gatos


Dezoito animais obesos foram selecionados para participar de uma competição de emagrecimento. A maioria dos finalistas é formada por cães e gatos. As exceções são os coelhos "Bobby", que está 49% acima de seu peso ideal, e "Samantha", que está 32% acima do peso. A competição inusitada foi lançada pela clínica veterinária britânica PDSA.


Fonte: G1

terça-feira, 3 de abril de 2012

Quando castrar o animal de estimação?


Você sabia que a castração previne câncer de mama e de próstata, aumentando a expectativa de vida do seu bichinho?

Segundo Veterinária especialista em endocrinologia animal, Camila Guernelli, a castração pode ser feita após os 6 meses de idade e, quanto mais novo o bicho, mais segura é a anestesia (geral, de preferência, inalatória).

Nas fêmeas, a intervenção se dá pelo abdômen (barriga), com a retirada dos ovários e do útero. Elas não entram mais no cio e a chance de desenvolver câncer de mama diminui consideravelmente. Cadelas castradas também estão livres da piometra, uma infecção uterina que pode levar à morte.

Nos machos, é feita uma abertura na bolsa escrotal para a extração dos testículos. E a cirurgia reduz a incidência de câncer na próstata. Durante o procedimento, seu bichinho (seja ele gato ou cachorro) não sentirá absolutamente nada. E, após a operação, ele deve tomar antibiótico e um remédio para dor. A retirada dos pontos ocorre entre uma semana e 10 dias.

Fonte: Ana Maria

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Convidado de quatro patas


Para celebrar o dia mais importante de suas vidas, os noivos costumam querer a presença de todos que convivem com eles e participam de sua história de alguma maneira. Acontece que, com um papel cada vez mais forte na rotina de seus donos, os pets acabam integrando esse círculo. (E convenhamos: às vezes, a presença do seu melhor amigo peludinho – aquele que te espera em casa todos os dias, que fica ao seu lado quando você está triste e que, em alguns casos, até dorme na cama junto do casal – é mais marcante que a daquela sua tia-avó, que você não via desde que tinha cinco anos de idade, mas cujo nome sua mãe achou essencial manter na lista de convidados).

Tudo isso para dizer que, hoje, os cãezinhos de estimação são presença constante em muitos casamentos por aí. Se você está planejando o grande dia e quer seu animalzinho por perto, preste atenção em algumas regrinhas de etiqueta, para que a ideia não termine em um verdadeiro desastre:

1) É importante checar se o local escolhido para a cerimônia aceita a presença de animais.

2) Você conhece seu bichinho de perto. Por mais difícil que isso possa ser, tente avaliar racionalmente se o temperamento dele é tranquilo o suficiente para garantir que ele não vá comer as flores da festa, rasgar o vestido da daminha de honra ou subir na mesa e devorar o bolo antes de todo mundo.

3) Se os itens 1 e 2 estiverem ok, é hora de preparar o seu amigo para a festa: ele não precisa estar enfeitado, mas deve estar limpinho, de banho tomado. Ah, e não se esqueça de garantir que ele tenha feito suas necessidades antes de cerimônia.

4) Planeje a presença do bichinho. Os noivos estarão ocupados durante a festa inteira. Então, é preciso escolher alguém que leve o animal até o local, fique de olho nele, alimente-o e dê água, quando necessário, e que o leve embora no horário combinado.

Para inspirar, selecionei algumas fotos encontradas de casamentos com a presença de cachorros. Olha só que coisa fofa!




Fonte: Casa e Jardim