segunda-feira, 12 de março de 2012

Cachorro de 'O Artista' se torna porta-voz da Nintendo em brincadeira

Uggie promove o game 'Nintendogs', simulador de criação de cães


A Nintendo divulgou um vídeo que mostra o cão Uggie, do filme "O Artista", vencedor do Oscar de melhor filme, treinando para o seu primeiro dia de trabalho como porta-voz da empresa. A brincadeira foi feita para promover o game "Nintendogs+Cats", que simula a criação de cachorros e gatos, do portátil Nintendo 3DS.


Fonte: G1

sexta-feira, 9 de março de 2012

Gastos de americanos com animais domésticos superou R$ 86 bi em 2011

Os americanos estão gastando mais do que nunca com seus animais domésticos - um total de US$ 50 bilhões no ano passado (cerca de R$ 86,4 bilhões).

A cifra consta de um relatório recém-divulgado pela Associação de Produtos para Animais Domésticos (APPA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.

Gastos com alimentação e veterinário constituem cerca de 65% do total, mas a categoria ''serviços para animais domésticos'' cresceu mais do que qualquer outra, totalizando US$ 3,79 bilhões (cerca de R$ 6,6 bilhões).

Serviços para animais domésticos incluem coisas como hotéis para animais, babás e serviços de beleza.

Setor em expansão

Os gastos com serviços de animais de estimação deve continuar a crescer e alcançar US$ 4,11 bilhões (R$ 7,1 bilhões) até o final de 2012, segundo o presidente da APPA, Bob Vetere.

"Estamos vendo um boom nesta categoria (de serviços). As pessoas que trabalham precisam de serviços como babás e de pessoas que possam passear com seus animais'', afirma Vetere.

Outro setor previsto para crescer é o de seguros para animais de estimação. Os gastos com esse segmento ficaram na faixa de 284 milhões (cerca de R$ 490 milhões) em 2011.

Uma prova de que o filão é de fato rentável é que os Estados Unidos possuem um expressivo setor de vestimentas e adereços para animais domésticos, como camisas polo, perucas e sofisticados vestidos.

Fonte: BBC Brasil

quinta-feira, 8 de março de 2012

Para ONG, declarações de dono de Lobo são estratégia da defesa

Presidente da Vira Lata Vira Vida afirma que nunca acusou mecânico. Rottweiler morreu após ser arrastado por uma picape em Piracicaba.

A ONG Vira Lata Vira Vida rebateu nesta terça-feira (6) as declarações feitas por Claudio Cesar Messias, que concedeu entrevista exclusiva  ao G1 Piracicaba e Região nesta segunda. Para a organização, as palavras do mecânico, que é acusado de arrastar o próprio cachorro até a morte, no dia 2 de novembro de 2011, são uma estratégia da defesa.

“Nunca colocamos a foto dele em lugar nenhum, nunca fizemos passeatas contra ele. Nós nunca nos envolvemos nessas questões”, disse a presidente da Vira Lata Vira Vida, Miriam Miranda, em entrevista por telefone.

A entidade soltou uma nota para esclarecer a sua participação no caso e afirma que em nenhum momento atacou Messias. “Quando percebemos que a defesa queria fazer essa inversão e colocar a ONG como culpada, juntamos provas para mostrar que nunca nos envolvemos com ataques à pessoa dele. Aliás, sempre cortamos qualquer ofensa contra ele nas nossas redes sociais”, explica Miriam.

Na entrevista concedida ao G1, Messias narrou os ataques sofridos por ele e por sua família desde que o caso chegou ao conhecimento do público. Segundo o mecânico, alguns manifestantes fizeram campanha, inclusive, para ele não conseguir mais clientes em seu estabelecimento, em Piracicaba.

Confira abaixo a nota oficial da ONG Vira Lata Vira Vida na integra:

NOTA OFICIAL – ESCLARECIMENTOS
Referente à entrevista do Sr. Cláudio Messias para o site G1, a Ong Vira Lata Vira Vida esclarece:
1. Nenhum voluntário ou membro da diretoria da Vira Lata esteve no local do acontecimento com o cão Lobo. É muito importante que isso fique claro, porque nos envergonharia o fato de um protetor aguardar por quase 1 hora a chegada do socorro diante do sofrimento intenso de um animal. Lobo sofreu, desnecessariamente, nessa espera. É dever de qualquer protetor prestar socorro imediato ao animal.

2. A Ong Vira Lata não foi responsável pela representação no Ministério Público contra o Sr. Cláudio Messias. Essa representação foi feita por outra entidade que atua na cidade e gravado por programa de televisão.
3. Referente ao Facebook, a Ong Vira Lata deletou todos os posts agressivos dirigidos ao Sr. Messias, além de banir da lista de seus amigos, os membros que insistiram nas agressões. Pessoas de todo o país postaram sua indignação. Não conseguimos retirá-los na mesma velocidade em que foram postados. Mas, foram todos apagados. Hoje, muitas pessoas que publicaram suas opiniões, silenciam e se omitem.
4. A Ong Vira Lata não levou o caso à imprensa. O primeiro contato com um jornal local, que deu a notícia em primeira mão, foi feito pelo presidente de outra entidade protetora que “exigiu” apuração e justiça, como sugeriu a manchete.
5. A Ong Vira Lata não realizou ou participou de qualquer manifestação, protesto ou carreata realizada na cidade por outras entidades e protetores independentes. Temos gravação de programa de televisão que cobriu esses eventos e fotos e recortes de jornais que mostram os participantes com as camisetas e faixas das respectivas entidades que representavam.
6. A Ong Vira Lata não esteve com o Delegado responsável pelo caso, nem com o promotor público. A instituição só se envolveu com o processo após o enterro digno dado ao cão Lobo. Declaramos, por diversas vezes, que atuaríamos no atendimento ao cão, porque outra entidade já tomava as providências cabíveis para o caso, além da apuração séria realizada pelo delegado responsável e investigadores.
7. A participação da Vira Lata no processo se deu pela intimação da justiça. Cumprimos nosso dever comparecendo à audiência e não deixamos de prestar os esclarecimentos solicitados.
8. A Ong Vira Lata, através de sua assessoria de imprensa, comunicou e continuará comunicando a jornalistas, mídias e interessados no caso, as datas e resultados das audiências.
9. Lamentamos que o Sr. Messias só tenha falado agora, e que não tenha se informado sobre a realidade dos fatos. A Vira Lata assume todas as suas ações com transparência e serenidade, mas não assumirá atos realizados por outra entidade. Gravações, recortes de jornais, fotos publicadas na internet mostram os fatos citados na entrevista. Essa campanha, que visa transformar o réu em vítima, é totalmente justificada. Faz parte da estratégia de defesa e é um direito legítimo desde que não se utilizem de mentiras para criação de fatos que não aconteceram.
10. Para que tenhamos uma sociedade justa é necessário que cada um de nós cumpra com seus deveres e exercite seus direitos. Mas, que a luz verdade ainda seja o norte para todas as nossas ações.
Diretoria da Vira Lata Vira Vida

Fonte: G1

quarta-feira, 7 de março de 2012

Crescem casos de câncer em animais de estimação

A cada 21 dias, Mel --uma border collie de seis anos-- se submete a um tratamento para um câncer na bexiga com agulhas e remédios. Ela faz quimioterapia no hospital veterinário da Unesp de Jaboticabal (342 km de SP), pioneiro no Estado em oncologia veterinária.

Casos de câncer são cada vez mais comuns entre animais de estimação, de acordo com especialistas ouvidos pela Folha.

No hospital onde Mel é tratada, por exemplo, os casos de bichos com câncer aumentaram quase quatro vezes em 11 anos --foram de 293 em 2000 para 1.155 em 2011.

O maior tempo de vida dos bichinhos, que estão recebendo mais cuidados dos donos, é um dos fatores. Pesquisa da na UFPR (Universidade Federal do Paraná) mostra que os casos são mais frequentes em cães com idade de 7 a 12 anos.

A oncologia é recente na medicina veterinária. "Há 20 anos não se fazia nada [contra o câncer], hoje os veterinários estão buscando especialização", diz Maria Lúcia Zaidan Dagli, vice-presidente da Abrovet (Associação Brasileira de Oncologia Veterinária), fundada em 2004.

Por isso, atendimento ainda é restrito a hospitais vinculados a universidades e a algumas clínicas particulares. "São poucos com veterinários especializados e faltam equipamentos adequados, como os de radioterapia, que são caros", afirma a doutora em medicina veterinária Silvia Ricci Lucas, da USP.



TRATAMENTO

Assim, a cirurgia é o principal procedimento, associado à quimioterapia, diz o veterinário Carlos Roberto Daleck, coautor do livro "Oncologia em Cães e Gatos". O diagnóstico ainda é falho e, geralmente, os animais já chegam ao hospital com o câncer desenvolvido. "Os veterinários não fazem diagnóstico precoce, e os proprietários têm dificuldade em identificar os sintomas", afirma Sabryna Calazans, coordenadora do curso de oncologia do Instituto Bioethicus, em Botucatu (238 em SP).

Foi o caso do maltês Gucci. "Um dia, ele pulou do sofá e vimos que estava mancando. Fizemos um raio-x para ver o que era e foi detectado o câncer no rim, que já estava espalhado", conta a publicitária Kelen Batista, 31.

O bichinho morreu em dezembro, aos 12 anos.

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 5 de março de 2012

Guia do cachorro viajante



Vai levar o cachorro na viagem? Confira algumas dicas importantes antes de sair

No carro
Não alimente seu bicho de estimação até duas horas antes de sair de casa. Prefira pegar a estrada até umas 10h ou depois das 17h, quando o sol não está tão forte.

No ônibus ou avião
Providencie um atestado de saúde, com todas as vacinas em dia, e uma caixa de transporte dentro das especificações de cada empresa. Se o "amigão" é muito agitado, vale conversar com o veterinário para que ele receite um medicamento calmante.

Na praia
É melhor não levar seu cachorro para passear na areia, porque, além de ser deselegante, ele pode contrair e transmitir doenças. Não permita também que ele fique mais de três horas no sol.

Fonte: Ana Maria

sexta-feira, 2 de março de 2012

Táticas que aliviam o calor dos cachorros no verão



Os cachorros sofrerão mais no verão se estiverem com a pelagem muito densa -inclusive com pulgas, que podem proliferar em ambientes úmidos e quentes. “Tanto para mantê-los mais frescos como para controle de pulgas e problemas de pele, recomendamos a tosa mais baixa”, argumenta Marcelo Quinzani, diretor do hospital veterinário Pet Care.

Diferentemente de seus donos, os cachorros não transpiram pela pele. “A troca de calor se dá pela boca. Por isso, eles estão sempre ofegantes no verão”, explica Daniel. O pelo, que funciona como um isolante térmico, mantém a temperatura do corpo dos cães a uma média de 39,5 graus, um pouco acima da temperatura ambiente média.

Cuidado com a hipertermia
Como a área corporal que os cachorros possuem para transpirar é pequena em relação ao tamanho do corpo, eles correm o risco de hipertermia. São as condições ambientais áridas, com excesso de calor ou umidade, que podem levar ao superaquecimento dos animais.

“Cães submetidos a condições como passeios em horas quentes do dia, exercícios vigorosos ou ambientes fechados como carros com restrição de água podem desenvolver o problema”, comenta Marcelo.

Os cachorros têm suas técnicas para se refrescar
A respiração é a forma mais eficiente que os cachorros possuem de perder calor, e contam com a caixa craniana como “aparelho refrigerador”. Cachorros de focinho curto têm ainda mais dificuldade nesse processo, pelo pouco espaço que possuem, explica o veterinário: “cães braquicéfalos como das raças buldogue, boxer, pug, lhasa apso, shih tzu e boston terrier estão mais suscetíveis, pois anatomicamente já são desfavorecidos”. Segundo o veterinário Daniel Lima, cachorros de raças típicas de habitats mais frios, como husky siberiano e akita inu, também sofrem mais nessa época do ano.

Além de problemas respiratórios e taquicardia, a hipertermia pode até mesmo levar o animal à morte. Por isso, os donos devem ter cuidado dobrado com as condições de sombra e ventilação dos ambientes pelos quais o animal circula nos dias mais quentes, evitar exposição excessiva ao sol e calor e manter a tosa em dia. “Evite sair para passear com o cachorro logo após a refeição também”, acrescenta Daniel.

Fonte: UOL

quinta-feira, 1 de março de 2012

Vira-lata ou cão de raça: qual adotar?

Cães e gatos sem raça definida são tão inteligentes quanto os que vêm com pedigree e até mais resistentes. Considere isso na hora de escolher o bichinho que vai levar para casa


Os cães e gatos sem raça definida estão longe de serem considerados puros, não possuem características marcantes que os diferenciem e nem se encaixam exatamente em padrões de beleza. A palavra que os classifica, associada ao hábito de revirar latas de lixo em busca de comida, aparece nos dicionários como um sinônimo de "sem classe, sem-vergonha". Mas os cães e gatos sem raça definida (SRD) driblaram a má fama.
Foi-se o tempo em que os vira-latas eram deixados do lado de fora das casas. Segundo levantamento feito pelo Instituto Datafolha, que entrevistou 613 donos de cães na cidade de São Paulo, apenas 26% dos pets foram comprados. Estima-se, portanto, que o restante não tenha pedigree ou raça definida. No caso dos felinos, uma pesquisa encomendada pela Comissão de Animais de Companhia, que reúne empresas do setor veterinário, aponta que quase 80% dos gatos dos lares brasileiros também estão na categoria SRD.

Menos nobreza e mais esperteza?

Cães e gatos mestiços são considerados mais inteligentes que a maioria dos animais de raça. E um estudo feito pela Universidade de Aberdeen e Napier, na Escócia, vem colaborar com essa teoria. A pesquisa aplicou sete testes diferentes em um grupo de 80 cães. De acordo com os profissionais envolvidos, os vira-latas apresentaram melhor noção de espaço e resolveram problemas - como procurar ossos embaixo de latas - com mais facilidade do que os colegas com pedigree. Mas a avaliação não é unânime. O professor veterinário Daniel Guimarães Gerardi, de Porto Alegre, por exemplo, não se entusiasma: "Os vira-latas são tão inteligentes quanto qualquer outro animal. Esse desempenho independe da raça. Está mais ligado a habilidades específicas de cada bicho".
  
O quesito comportamento é outra variante a ser considerada na hora de adotar um pet mestiço. Para quem acha que eles podem ser uma fonte de confusão, a opinião do veterinário Marcelo Quinzani, de São Paulo, não deixa de ser uma surpresa: "Vira-latas, principalmente os que têm um histórico de vida na rua, são mais dóceis", ele afirma. "Isso se dá devido ao instinto de sobrevivência. Sendo mais amistosos, eles conquistam mais cuidados." E os espertinhos são tão aptos ao adestramento quanto qualquer outro animal de estimação.

Atenção e carinho

Animais que tiveram suas características selecionadas por reproduções programadas tendem a desenvolver problemas típicos daquela raça. No caso de cães e gatos vira-latas, não há um biótipo específico. Eles têm diferentes pelagens, tamanhos e características físicas proporcionados pelos cruzamentos ao acaso. "Essa variedade genética contribui para que esses animais se tornem menos predispostos a desenvolver determinadas doenças, como insuficiência renal e dermatites", teoriza Daniel Gerardi. Mas vale o alerta: isso não significa que a imunidade seja total. Avaliar a aparência física do cachorro, por exemplo, é uma boa maneira de investigar se existe predisposição a algum mal. "Cães de grande porte podem ter problemas articulares, enquanto os de focinho achatado tendem a apresentar dificuldades respiratórias", ensina Marcelo Quinzani.

Ou seja, vira-lata também é bicho - trate da saúde dele como faria com qualquer animal. A vacinação deve estar sempre em dia, prevenir o aparecimento de pulgas, carrapatos e vermes garante o bem-estar e check-ups periódicos vão ajudar a mantê-lo sempre saudável. Quanto à alimentação, nenhum segredo: as rações devem respeitar o porte e a idade do animal. No mais, passeio e carinho são mais que bem-vindos.

Se você encontrar um desses animais na rua e resolver adotá-lo, o melhor a fazer é levá-lo logo a um veterinário e mantê-lo isolado dos outros animais da casa por alguns dias. Esse período de observação é importante para perceber se o bichinho tem alguma doença ainda incubada em seu organismo. Depois de um mês de avaliação, o veterinário poderá dizer se seu novo companheiro está suficientemente saudável para tomar as vacinas de praxe. Vale lembrar: cachorros e gatos, uma vez por ano, devem receber uma dose para espantar o vírus da raiva. Os primeiros recebem ainda a vacina múltipla, a V10, que protege contra cinomose, adenovírus, parainfluenza, parvovírus, coranovírus e dois subtipos de leptospirose, além de ser imunizados contra a gripe canina. Já os felinos devem ser vacinados para evitar rinotraqueíte, panleucopenia, clamídea e vírus calicivírus.

Fonte: Saúde